
Eu ia dizer que sentia sua falta... Mas, deixa pra lá...
"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade." Carlos Drummond de Andrade
Pois é pessoal, mais um ano se foi e outro está começando e eu, é claro, não poderia deixar de postar aqui a minha mensagem.




Choros sem ter razão
Pessoas no coração
Lugares que não conheciExperiências que não vivi
Amor e carinho constante Distraída até o bastante
E não paro por um instante
Já:

Tive noites mal dormidas
Perdi pessoas muito queridas
Cumpri coisas não-prometidas
Muitas vezes eu:
Desisti sem mesmo tentar
Pensei em fugir só pra não enfrentar
E sorri pra não chorar
Eu sinto pelas:
Coisas que não mudei
Amizades que não cultivei
Aqueles que eu julguei
E coisas que eu falei
Tenho saudade de:
Pessoas que fui conhecendo
Lembranças que fui esquecendo
Amigos que acabei perdendo
Mas, eu continuo vivendo e aprendendo!!!


Esses dias ela tem se perdido em papéis e pensamentos, na agenda, rabiscos, rasuras de um sonho a se concretizar.
São tantos os seus pensamentos e idéias, mas, não há ninguém que possar falar, se abrir e mostrar a felicidade que sente.
Então, a única forma de poder dizer que está feliz é em um simples espaço numa página da internet.
Seus olhos brilham e muitos curiosos adorariam saber o porque de tanta felicidade.
Mas, a gente aprende com o tempo que quando se quer muito que algo aconteça é melhor esperar quieto, e só contar quando não tiver mais nenhuma forma de dar errado.
Superstição? Talvez!
Minha Formatura
Para dizermos bem do tempo, é necessário que ele tenha passado, e para que o desejemos é preciso considerá-lo longe.
A vaidade faz-nos olhar para o tempo, que passou, com indiferença, porque já nele fica sem ação; faz-nos ver o presente com desprezo, porque nunca vive satisfeita; e faz-nos contemplar o futuro com esperança, porque sempre se funda no que há-de vir...
E assim só estimamos o que já não temos; fazemos pouco caso do que possuímos; e cuidamos no que não sabemos se teremos.
Ser tua amiga é melhor que festa open bar
Durante a Idade da Glória, o Reino era guiado pelo Grande Conselho dos Feiticeiros. O Conselho proporcionava um fórum para vários reinados resolverem seus problemas sem precisarem entrar em guerra, mantendo cuidadosas anotações para que nenhuma sabedoria fosse perdida, e uma guarda cuidadosa para os vários Portais para os diversos mundos que tangenciam o Reino.
O chefe do Conselho era um eleito Mestre dos Magos. No Mestre dos Magos ia todo o poder do Conselho, então ele era verdadeiramente o Mestre do Reino, a lei propriamente dita. Entretanto, para balancear o poder do Mestre dos Magos, o Conselho determinou que uma lei cairia sobre ele: não interferir diretamente nos assuntos das pessoas ao menos que não haja outra alternativa, deixar elas escolherem seus próprios caminhos, e nunca dar a elas conhecimento que elas possam adquirir sozinhas. Assim, o Mestre dos Magos teve que usar o raciocínio ao invés da força, a sutileza do invés de demonstrações de poder, encorajamento ao invés de coerção.
Alguns anos antes das Grandes Guerras, o Conselho deu as boas-vindas aos dois mais novos membros: Kyllan e Karena, as crianças do Mestre dos Magos. Ambos eram ambiciosos, e arrogantes por sua juventude, mas acreditava-se que o tempo os ensinaria a sabedoria necessária. Para cada um deles foi dado um anel: o Anel da Mente para Kyllan e o Anel do Coração para Karena, que serviria como foco para seus poderes e ligariam um ao outro. Raramente houve uma decisão -- se feita apenas pelo Mestre dos Magos ou pelo Conselho como um todo -- levando a mais destruição.Kyllan era particularmente ambicioso e, em sua ânsia de conhecimento, formou diversos pactos maléficos, que eventualmente o levou a descobrir Aquele Cujo Nome Não Pode Ser Dito (Nameless One). Kyllan entregou-se à esta criatura, em troca de mais poder que ele procurava por livre escolha, e então se transformou na encarnação das trevas, dando a si mesmo o nome de Vingador.
Usando a ligação entre os dois anéis, o Vingador corrompeu Karena para as trevas, e os dois promoveram um ataque ao Conselho, que resultou na morte da maioria dos magos e o restante se dispersou, desapareceu ou estavam muito feridos. O Vingador tomou controle dos Portais e os escancarou, procurando por servos para ajudar em suas conquistas. Ele encontrou os mundos dos orcs e homens-lagarto, entre outros, e achando estas raças primitivas convenientes, as escravizou e as usou para compor seus exércitos. Ele também encontrou o mundo dos dragões e pôs estas bestas primais livres para aterrorizar o Reino. E também para sua própria desgraça, para ele foi atraída a atenção de Tiamat, Rainha do Caos e todos os dragões, que seguiu aquelas dentre as suas crianças que responderam o chamado do Vingador. Nela o Vingador não tinha nenhum controle, e ela o perseguiu, quebrando o que de outra forma seria um completo domínio do Reino.
Neste mesmo tempo, o mago Merlin -- que alguns hipotetizam que era o Mestre dos Magos nesta época -- ferido pelo primeiro ataque do Vingador, fez sua última mágica. Invocando todos dos dragões nas proximidades para os céus da então grande cidade de Helix (que registros indicam que era centro de troca e civilização naquela era) e prendendo eles em um Banimento. Tal foi o esforço que Merlin morreu logo em seguida. Sem seu sacrifício, é provável que o Reino estivesse destituído de vida há muito tempo.
No entanto, o domínio de Vingador sobre o Reino não foi completo como poderia ter sido. Cada cidade mais importante no centro comercial era dele, muitos sob o controle de magos, lordes de guerra, ou demônios que eram leais à ele. Muitos, como a Rainha Siris de Tarod, tinha quase que um controle autônomo de seus estados, que governados com mão de ferro.
As terras desoladas, em muitos lugares tornadas áridas pelas mágicas lançadas nas Grandes Guerras, não eram mais um refúgio, por que era o lar de muitas fantásticas e mortais criaturas convocadas pelo Vingador. Alí estavam algumas das poucas fontes de luz nesta terra de escuridão: poderosa Cidade de Tardos, o secreto Vale dos Unicórnios, ou as poderosas Terras do Leste, que resistiam sob o controle da linhagem de Rahmud, mas estes eram poucos e distantes entre eles, que mantiveram sua liberdade apenas através de sangue e guerreiros corajosos. A Era das Trevas, de um milênio de duração, lançou-se sobre o Reino.
Em algum ponto durante esta época, o Mestre dos Magos descobrira o Cemitério dos Dragões, lar de Tiamat. Alí ele descobriu algo curioso: quando um dragão morria, isto acabava criando uma arma ou objeto de grande poder. O Mestre dos Magos pegou algumas destas do Cemitério antes que Tiamat retornasse. E ele deu para seis crianças.
A partir daí, todos conhecem a história...
